19.12.10

Mistura.

Agora eu jogo todas as minhas palavras, sem  importar -me se o acento está na vogal errada ou se o ponto final vai substituir a virgula. Sem coerência, sem normas da língua portuguesa. Eu não tenho nenhuma razão para fazer com que tudo fique com sentido, para que entendam o que quero dizer.   Metade de mim, quer assumir embora outra metade não quer aceitar. As batidas aceleram, eu perco a razão. Qual é a desse meu coração? Uma audácia e também uma estupidez. Aleatórios, estes meus pensamentos nunca ouviram a   palavra descanso. O orgulho falou mais alto do que a própria saudade e a ausência se torna presente  cada vez mais. Espero que não seja o fim. Eu só cresci um pouco, deixei a ingenuidade. Insensível e desiludida, são palavras chave. Só existe uma coisa que me faz acreditar, mas eu ainda não abandonei a teimosia. O poetismo não corre em minhas veias, mas eu domino o desleixo das minhas palavras. Misturo todos os sentimentos, emoções, sensações num só lugar porque assim, eu me sinto melhor. Gosto desse jeito bagunçado e atrevido, principalmente quando as minhas frases, não buscam a compreensão de ninguém!

2 comentários:

~*Rebeca e Jota Cê*~ disse...

Adorei!

Larissa disse...

Ai amiga, que surra de palavras, hein?! E eu gostei demais dessa frase "O orgulho falou mais alto do que a própria saudade e a ausência se torna presente cada vez mais."
É bom te ver crescer.