30.9.11

Doesn't matter.

Eu ainda continuo aqui, nesse mesmo lugar, tentando assimilar o que está acontecendo. Fico me perguntando se você quer me enlouquecer ou talvez, me manter presa a você. Ah meu bem! Não. Quando digo " meu amor", eu não estou querendo dizer que meu coração pertence a você. Até parece. Mas também, eu não posso ser tão insensível assim... uma coisa é fato: Eu te curto pra caralho! E ainda assim, tenho lá o meu receio. Seus lábios contrapõem suas atitudes. Intriga, mas não convence. Acreditar em você, me custa! Eu penso em todas as coisas e eu só queria que você não fosse tudo isso. Eu só queria que aquilo que uma pessoa de sua confiança me disse, fosse real. Eu só queria que você me provasse o contrário . . .

"De verdade? Eu estou pouco me importando para o que você vai pensar... Os sentimentos são meus e o problema aqui, é todo meu também!"

Anna Carolina Moratto. 

27.9.11

I'm Bad.



Eu  tenho a mania de não falar pra ninguém quando estou mal, muito pelo contrário, não falo nada. E se perguntam, digo uma palavrinha, pra não ser mal - educada. Mas, a minha tristeza é tão grande de não se caber dentro do coração. De querer chorar e não conseguir. De sentir essa coisa dentro do peito, amarrando. De chegar ao ponto de virar pra alguém e dizer: " Eu tô mal, eu tô muito, muito, muito mal mesmo." Agora, não pense vocês que a maneira como me encontro é culpa de alguém. Negativo. Se existe alguém culpado, esse alguém sou eu. De verdade, não há sentimento pior do que o de culpa. Fracasso. E é assim que me sinto embora não devo, afinal... sou digna por todo esse meu sacrifício. Mereço, mereço muito. Um tombo, dois, três... e daí? Todo mundo cai, eu sei. Só que tudo é muito novo, assusta. Sabe? Causa um desespero. Um medo gigantesco. E essa indisposição... o que fazer? Bate um desanimo, um desejo tão grande de chutar o balde. Ah! Como é difícil. É péssimo, pessimamente, péssimo. Eu só preciso reagir,  ter o controle da situação novamente. . .  e continuar, mesmo fadigada.  :///

Anna Carolina Moratto.  

21.9.11

Invencivel não, independente.

Numa época não muito distante, a minha felicidade estava nas mãos alheias e eu a entregava de bandeja, como num banquete. Vai, desfrutem. Primeiro vocês, depois eu. Insuficiente. Dependente. O meu sorriso não era meu e a minha tristeza não era minha. Era dos alheios. E se eu não tinha o poder da minha felicidade, faziam o que bem entendiam e nem sempre isso me agradava. Sofri e chorei. Chorei e sofri. Feito prisioneira, condenada perpetua. Então a vida tratou de me dar um chacoalhada: " Acorda guria, vive sua vida que é a única que você tem. A vida dos outros é a vida dos outros. O problema dos outros é problema dos outros. O mundo é que se vire pra lá. Apenas viva!" Fiquei tonta, mas tomei iniciativa de mudar. Mudar tudo. Radicalizar. Arranquei a minha felicidade dos alheios. " Devolve que sou eu quem manda", dizia em pensamento. Honrei minha descedência mineira e sem ninguém saber ou sequer perceber, coloquei meus planos em prática.  Com receio, embora com uma força de vontade danada. Firmei os pés no chão. É assim que vai ser, e ponto. Custou, mas cheguei onde queria chegar e fui aplaudida por isso. Certamente, há quem se pergunte: " Como ela se tornou tão invencivel?" Invencivel não, independente. Auto- suficiente, sem acréscimos.  Minha paz interior eu recuperei e agora, estou evitando fadiga. Cansei! Cansei mesmo de me importar e tudo mais. Tô peneirando coisas e pessoas. O que me faz bem, fica. O que me maltrata, cai fora. Sem tolerância, porque não sou obrigada a carregar sapos na minha garganta.
Pronto, falei!
Anna Carolina Moratto.

20.9.11

Quase paixão.

E de repente . . . Alguém entra na sua vida e diz: Satisfação, eu sou tudo aquilo que você sempre quis. Te olha nos olhos, sorri de meia boca e você vai ao delírio. Que loucura, como pode? Chegar assim e provocar sensações. Audacioso. Admirável. Me tira do sério, definitivamente. Enlouquece. Faz bem. Ah! Se você soubesse o quanto você me faz bem. Eu gosto de ter você por perto, gosto de conversar com você, de sorrir com você, de olhar pra você sem você notar. É, eu gosto de tudo em você. Meu coração até pergunta: " Por que não? É tudo que você sempre quis mesmo..." Mas não coração, não. Não é assim que funciona, você bem sabe. O medo de alguém massacra-lo é tão grande que entrega-lo é custoso. Logo agora, que você aprendeu a sobreviver sem a ajuda de uma bengala. Não vou deixar que te maltratem fácil assim... você, sou eu.  Lembra? 

Anna Carolina Moratto. 

13.9.11

A casa caiu!

Uma discussão, dessa vez, foi a gota que faltava pro jarro transbordar. Minha cabeça gira e lateja, lateja, lateja. A raiva que eu sinto não cabe em mim. Meus olhos transbordam feito rio em época de cheia, porém, é assim como me sinto. Cheia de tudo, de todos. Meu coração bate numa velocidade ultrapassada, me falta o ar. Meu silêncio é barulhento, desorientado e sufocante. Caleja esse peito, mas não fala. Silencia, quase sempre. Oculto a minha dor pra todos, mas confidencio para o papel... não é à toa que vivo escrevendo em papéis rasgados em madrugadas de insônia. Alguns sentimentos deixa - me imóvel. Não dá pra explicar! De uma coisa eu sei, a casa caiu. Eu desabei sim e embora meus ombros sejam resistentes, eles estão desgastados, pesados. Super lotados de coisas invalidas, de pessoas invalidas. Eu até me surpreendo por ter aguentado tanto tempo sem derramar uma lágrima sequer com nada que acontece. Deve ser porque eu estava pouco me fudendo, e ainda estou pouco me fudendo. Foda-se! Sei nem mais o que eu digo, porque o meu mar de emoções submergiu. Estou me afogando, cof cof. Socorro. Agora eu vou confundindo tudo aqui, pensamentos na contramão. Ouço barulho de batidas. Chama a ambulância que agora o meu coração precisa se fortalecer, sugaram- o demais. Coitado! Tempo, tempo, tempo. Me dá um tempo. Deixa eu estabilizar. Desabei? Desabei! Mas eu me levanto novamente porque pessoa como eu, pode até cair... mas não fica no chão nem por decreto. Eu vou enxugar essas lágrimas, lavar esse meu rosto. Passou, passou... Calminha, que já já vai passar, você sabe. Respiro fundo e sigo. Vou em frente que logo mais, a primavera chega pra florir junto comigo, junto com o mundo. Amém.

" E eu? Ah... Eu vivo assim... vomitando palavras pra limpar aqui dentro. Aliviar o meu sentir, a todo instante."
Anna Carolina Moratto.

7.9.11

Eu em: Minha vida amorosa part. I


Há duas frases muito utilizadas: " Estou encantada" e " Estou apaixonada".
A primeira eu uso com muita frequência, não nego. Eu me encanto rápido demais, porém, o fato de estar encantada por alguém não é motivo de dizer que estou apaixonada. A intensidade que me encanto é a mesma que desencanto. Rápida e brevemente breve.
A segunda é a minha raridade. Evito dizer: " Ai, estou apaixonada" ou qualquer coisa desse tipo. A rejeição que tenho a paixão é tanta que brigo com o "meu mundo" inteiro. Me custa admitir, aceitar, confessar... me custa muito, muito mesmo. Sendo sincera, eu nego tanto que nunca sei quando estou realmente apaixonada. Só de uma coisa sou certa: Se eu fico - em pensando - repetindo toda hora: " Eu não estou apaixonada, não estou, não estou..." Sinto - me informar, eu estou apaixonada. Coração que é teimoso, não desiste e razão que tanto resisti, um dia se entrega!

Anna Carolina Moratto.  

5.9.11

Recomeçar!

Ah, Setembro! Chegou, mas chegou com a corda toda. Cheio de dengo, todo faceiro, pondo a casa de pernas para o ar. Oscilando tudo quanto é sentimento, desestabilizando geral. Coração que pula, rodopia, não sossega. Perdi o foco e por um momento, me desespero. Respiro fundo. Calma! Mantenha a calma, repito comigo. R-E-C-O-M-E-C-E! Esta palavra não cansa de desfilar na minha passarela de pensamentos. É pra recomeçar? Então vamos lá, vamos recomeçar. Firme e forte, vamos seguir que não dá pra continuar na guerra sem reforçar as armaduras! (:

Anna Carolina Moratto.  

3.9.11

Love.

Ela: Oi você! Viu o amor por aí?
Ele: Não, porque?
Ela: Porque tô atrás dele, mas não tô achando.
Ele: Já procurou dentro de você?
Ela: Não... ainda não! Mas porque o amor estaria aqui dentro?
Ele: Porque é esse amor aí, que te mantém viva.
Ela: É? Não é não!
Ele: É sim... a não ser que o seu coração não bata por amor como o meu . . .
Ela: . . .
Uma pausa.

Anna Carolina Moratto.  

Pra ficar na memória!

Cesta de Café da manhã - Paulinho e Tainara ♥

Buquê de rosas - Fernando e Carol.♥

Melhor amiga. Que conseguimos honrar o " pra sempre" como ninguém jamais conseguiu e que os anjos diguem amém!♥

Káren, Michel, Carol, Robinho, Bruna Karla, Maria Isabella, Bruna.♥

Vó *-*

Giovana, Lais, Leticia, Jessica, Maria Isabella, Heloisa. ♥

Bruna Karla, priminha Stephany ♥

Caroline ♥


Papai e Mamãe ♥

hahaha *-*

*-*

Meu Preto  ♥
Algumas fotos do meu aniversário de 17 anos, haha *-*
Anna Carolina Moratto.