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Postagens

Viver é viver. O amor é consequência.

 Junho de 2016. Estava frio e o meu mundo, destruído. Estava frio e o meu mundo, arruinado. Estava frio e eu não tinha o seu abraço. Como poderia ter se você já estava nos braços de outro alguém?  Isso me arrebentou por inteira, você nem imagina. Eu deixei de viver. Eu comecei a sobreviver e nem sei por quanto tempo eu sobrevivi disfarçadamente. Talvez eu seja boa em disfarces. Enfim.  Junho de 2018. Estava frio e o meu mundo, reconstruído. Estava frio e o meu mundo, transformado. Estava frio e mesmo assim, eu não precisava mais do seu abraço. O vento gelado batendo no meu rosto e fazendo o meu cabelo esvoaçar só me fez sentir o quanto é bom estar viva e o quão maravilhoso é viver, simplesmente, viver.  A liberdade que eu tanto almejei... "uma hora ela vem - alguém disse ... uma hora ela há de vir - alguém reforçou..." E ela veio, enfim. Ela veio! A minha liberdade chegou e aí meu Deus, és tão linda! És tão serena! És tão livre! És tão tão tão minha!...

Who will save me?

O problema de algumas feridas é  que por termos conseguido a cicatrização, acreditamos piamente que não sangrarão nunca mais. Quando conseguimos fazê-la sangrar novamente, parece que a dor é  bem mais forte do que quando você a causou pela primeira vez. Não é  fácil lidar com os nossos demônios . Não é  fácil lidar com as atitudes dos outros. E dói, dói muito. E nos faz chorar, chorar muito. Não expor o que sentimos é  um dos venenos mais letais que existe e eu ainda insisto em ingeri-lo. É  mais forte do que eu. Quem vai me entender? Quem vai me salvar das armadilhas que eu mesma montei? Quem vai escalar mil metros para chegar até o poço em que eu insisto em cair? 

I am back!

Bem, depois de seis anos sem publicar os meus escritos... I am back! Este blog contém a fase da minha adolescência inteirinha, mas parei de publicar depois que entrei na vida adulta. Confesso que sofri um bloqueio e fiquei quase quatro anos sem escrever uma vírgula sequer sobre os meus sentimentos. Voltei a escrever em 2016, quando percebi que não verbalizar a dor estava me matando aos poucos. Eu só escrevo em momentos de dor, tristeza, decepção, tensão.  É por isso que a maioria dos meus textos são extremamente tristes. Todavia, essa é a  forma de externalizar o meu sentir. A escrita é a ferramenta que tenho para superar tudo que acontece na minha vida. Talvez isso explique o fato de ser a rainha dos textão!   Enfim. Embora tenha voltado a escrever, não voltei a publicar. Sendo assim, tenho textos desde 2016 que jamais foram lidos por alguém. Depois de pensar muito e amadurecer a ideia, decidi voltar a publicar.  Eu não sei como funcionará as postagens a...

2013 em tópicos!

Minha rotina de estudos (surtos) em desenho, por Danilo Fernandes. Eu fiquei muito tempo sem escrever sobre a minha vida e afins. Tenho um mundo de coisas pra contar, mas o excesso de informação não me deixa produzir um texto coerente. Sendo assim, as informações serão em tópicos aleatórios. 1-  Não estabeleci nenhuma meta para 2013. Estava cansada de terminar o ano com a sensação de: não fui o suficiente. Sendo assim, poupei minhas expectativas e fui vivendo dia após dia, mês após mês. As minhas metas e planos foram estabelecidas de acordo com minhas necessidades e dentro dos meus limites.   2- Entrei na Universidade e voltei pra academia.  Todos sabem que minha pretensão era Jornalismo, mas entrei em Letras. No primeiro dia de aula eu me senti em casa e foi aí que descobri que estava no curso certo. Foi a amor à primeira aula (se é que isso existe, mas vocês entendem o que eu quero dizer). Sobre a academia: Corpo sedentário não ajuda na produção da mente, p...

Você é um terremoto, Felipe.

 Lívia cansou de tentar falar sobre seus sentimentos para Felipe. Sendo assim, decidiu escrever. Pegou uma folha de papel e uma caneta, colocou a data e começou a carta com a seguinte frase: “Supere isso e, se não puder superar, supere o vício de falar a respeito.” Li essa frase em um livro da Marian Keys e como foi bem na época que tudo aconteceu, fiz dela o meu mantra. Aos poucos eu superei meu vício de falar de você e de pensar também, mas claro que pensar demorou um pouco mais. Eu pensei em tantas coisas, mas até isso Felipe, eu superei. Eu fiquei muito triste porque eu gostava de você. Sei que errei muito e só agora consigo perceber o quanto fui imatura. Tudo o que fiz, achando que estava pensando em nós, quando na verdade eu só estava pensando em mim. O meu egoísmo roubou o teu espaço e te sufocou. Eu te vi escorregar pela minhas mãos e assim,  te perdi. Então eu te quis de volta, mas era tarde. Tentei concertar, mas era tarde. Falei, mas era tarde. Você não que...

Pássaros...

Algumas pessoas, eu ainda guardo no coração. E guardo-as no coração não pelo bem ou mal que me fizeram, simplesmente pelo que são. Algumas, mesmo que distantes ocupam um pedaço nobre, mas não mais do que as que estão  perto. Os caminhos mudam e é  sempre muito difícil ter de aceitar que nem todas as pessoas que conhecemos e consideramos fará parte da nossa caminhada. Apesar disso, estou feliz com os que escolhi caminhar e com os que me escolheram também.  Eu sinto falta de algumas pessoas quando penso que elas poderiam estar ao meu lado compartilhando da minha felicidade também, mas então eu lembro que cada um faz sua escolha e eu tenho de respeitá-los por isso. Eu parei de sofrer pelas partidas sem despedidas das pessoas no momento em que percebi que algumas são pássaros e outras, jaulas. Os pássaros exasperam com uma hipótese de enjaulamento. É por isso que prezo a liberdade. Se eu fujo de todas as jaulas, que razão teria um pássaro enjaular o outro? Deixo-os ...

Emoções traduzidas em imagens.

Acordar e ter essa paisagem é divino. Princesa que me fez companhia ♥ Universitária e nas horas vagas, pescadora. hahaha Raia voltou com um piercing na boca, fofa. Costelão na fogueira!  Por  do Sol . *-* Eu, divando no barco!  Até o livro de Rubem Alves foi se aventurar comigo!  Preferi fazer uma postagem diferente até porque eu já escrevi muito sobre o meu amor pela natureza. Sendo assim, deixo que  fotos expressar as minhas emoções. MORATO, Anna Carolina.