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Postagens

Você é um terremoto, Felipe.

 Lívia cansou de tentar falar sobre seus sentimentos para Felipe. Sendo assim, decidiu escrever. Pegou uma folha de papel e uma caneta, colocou a data e começou a carta com a seguinte frase: “Supere isso e, se não puder superar, supere o vício de falar a respeito.” Li essa frase em um livro da Marian Keys e como foi bem na época que tudo aconteceu, fiz dela o meu mantra. Aos poucos eu superei meu vício de falar de você e de pensar também, mas claro que pensar demorou um pouco mais. Eu pensei em tantas coisas, mas até isso Felipe, eu superei. Eu fiquei muito triste porque eu gostava de você. Sei que errei muito e só agora consigo perceber o quanto fui imatura. Tudo o que fiz, achando que estava pensando em nós, quando na verdade eu só estava pensando em mim. O meu egoísmo roubou o teu espaço e te sufocou. Eu te vi escorregar pela minhas mãos e assim,  te perdi. Então eu te quis de volta, mas era tarde. Tentei concertar, mas era tarde. Falei, mas era tarde. Você não que...

Pássaros...

Algumas pessoas, eu ainda guardo no coração. E guardo-as no coração não pelo bem ou mal que me fizeram, simplesmente pelo que são. Algumas, mesmo que distantes ocupam um pedaço nobre, mas não mais do que as que estão  perto. Os caminhos mudam e é  sempre muito difícil ter de aceitar que nem todas as pessoas que conhecemos e consideramos fará parte da nossa caminhada. Apesar disso, estou feliz com os que escolhi caminhar e com os que me escolheram também.  Eu sinto falta de algumas pessoas quando penso que elas poderiam estar ao meu lado compartilhando da minha felicidade também, mas então eu lembro que cada um faz sua escolha e eu tenho de respeitá-los por isso. Eu parei de sofrer pelas partidas sem despedidas das pessoas no momento em que percebi que algumas são pássaros e outras, jaulas. Os pássaros exasperam com uma hipótese de enjaulamento. É por isso que prezo a liberdade. Se eu fujo de todas as jaulas, que razão teria um pássaro enjaular o outro? Deixo-os ...

Emoções traduzidas em imagens.

Acordar e ter essa paisagem é divino. Princesa que me fez companhia ♥ Universitária e nas horas vagas, pescadora. hahaha Raia voltou com um piercing na boca, fofa. Costelão na fogueira!  Por  do Sol . *-* Eu, divando no barco!  Até o livro de Rubem Alves foi se aventurar comigo!  Preferi fazer uma postagem diferente até porque eu já escrevi muito sobre o meu amor pela natureza. Sendo assim, deixo que  fotos expressar as minhas emoções. MORATO, Anna Carolina.

Eu escolhi mudar. Escolhi ser.

A minha vida sofreu uma modificação em todos os aspec tos, mas eu ainda estou em um processo árduo de adaptação porque toda mudança tem sua bagunça e também suas perdas. Aos poucos, estou me organizando e não tenho pressa de colocar tudo no lugar até porque, tem certas coisas que possuem vida própria e se ajeitam sozinhas. Além do mais, te garanto que não fui eu quem se perdeu. Já me perdi tanto que me encontrei.  Estou em mim e só agora eu percebo que uma mudança de postura faz todo o sentido, ou quem sabe não seja a porta para a transformação?! Não me arrependo das minhas escolhas, me orgulho delas. Orgulho porque faço por mim. Eu fadiguei de trocar meu eu por outro eu. Por isso todas as minhas escolhas agora são embasadas no que irei sentir e de que maneira tal escolha acrescentará na minha vida. Eu sei que tudo isso soa um tanto egoísta e egocêntrica e admito que penso muito  nessas duas características que eu adicionei a minha personalidade, mas é por amor a quem sou...

O quase poema que virou música! ♥

Eu sempre reconheci a minha eterna dificuldade para escrever um poema ou poesia e por isso opto pela prosa. Porém, resolvi "tentar" escrever um poema, mas só consegui escrever uma estrofe de quatro versos. Frustrada por ter conseguido escrever só uma estrofe, arquivei-o nos textos não publicados. Um dia, em uma conversa com o Léo Lopes, um amigo músico e compositor, mandei a minha tentativa frustrada de poema  e eis que o verso de quatro estrofes, ganhou verso e melodia. A minha frustração transformou-se em felicidade no momento em que ouvi a canção. A arte chama a arte, e aqui está a prova:  POR TE AMAR (Léo Lopes/ Anna Morato) Acho que meu coração explodiu em mim E minha explosão só eu ouvi Os destroços em que me transformei só eu sei O que restou foram cinzas que pairam no ar Por te amar, por te amar Porque te amei Me entreguei por inteiro a você Fiz o que não deveria fazer Eu me entreguei demais, mas não mais Mas não mais Porque te ame...

Desabafo.

Eu poupo. Essa é a questão, eu poupo as pessoas. Penso que por ser extremamente geniosa, eu devo poupa-las e, ao pensar dessa maneira, eu agrado. Faço o possível e impossível, quando possível. Entretanto, eu ainda não vi alguém se dar bem por agradar ninguém. O pior é que eu não agrado por mal, faço porque posso. Faço o que está no meu limite. Faço o que não comprometa o meu estado de espírito. Porém, em algumas circunstâncias, eu me contrario por fazer a vontade de alguém. Depois, me sinto péssima. Péssima por não ter me respeitado. Péssima por não ter imposto minha opinião. Péssima por ser péssima em falar não. É só assim que eu me sinto, péssima.  Engulo muito sapo na intenção de não desgastar as pessoas ou de não comprar "briga" por isso ou por aquilo e mimimi. São tantos desagrados, mas enquanto poupo as pessoas, eu me desgasto inteirinha. Ainda relevo, levo na esportiva, ignoro, mas chega  uma hora que acumula. Que fadiga. Que estressa. Eu sou uma explosão em pes...

Des-amor.

Sinto o cheiro do amor. Uma amiga me liga pra dizer que está namorando. A outra me manda no WhatsApp  que está a p a i x o n a d a . Um amigo me pede segredo, mas diz que está quase namorando também. O outro me diz que conheceu alguém e está encantado. A nuvem do amor  paira sobre a cabeça da maioria dos meus amigos, menos da minha. Esses dias parei pra perguntar pro meu coração se ele ainda estava vivo porque eu não consigo gostar de alguém. Eu tento, por um momento, mas passa. Eu tenho medo de tudo e tudo tem medo de mim. O meu problema é que eu não me sujeito mais a sentir algo por alguém que não sente nada. Eu sei o que é a dor de uma entrega não correspondida e depois de incontáveis falências emocionais, aprendi a não me entregar. De sentimentalista, pra racionalista. Quem me viu, quem me vê! Eu que gritei tanto pelo amor, sou só o des-amor. Anna Carolina Morato.